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Cartão Clonado? Quem deve Arcar com o Prejuízo?
A clonagem de cartão de crédito ou débito é uma das fraudes bancárias mais comuns nas relações de consumo. Nesses casos, a principal dúvida do consumidor é: Quem deve suportar o prejuízo financeiro causado pela fraude? A resposta, em regra, é clara, a instituição financeira responde pelos danos sofridos pelo consumidor, especialmente quando houver falha na segurança do serviço bancário. O Código de Defesa do Consumidor estabelece que os bancos e instituições financeiras são f
Yanna Raissa Couto
6 de mai.2 min de leitura


Renegociação Com o Banco: Quais Cláusulas Merecem Atenção antes de Assinar?
Renegociar uma dívida com o Banco pode parecer a solução ideal para sair do sufoco financeiro. Mas é preciso atenção: Um novo contrato mal analisado pode transformar um problema em outro ainda maior. Antes de assinar qualquer acordo, é fundamental entender exatamente o que está sendo proposto. Por Que a Renegociação Exige Cuidado? Na maioria das vezes, o consumidor aceita a renegociação com foco apenas na redução da parcela mensal. O problema é que, sem uma análise completa,
Yanna Raissa Couto
27 de abr.2 min de leitura


Cartão Clonado ou Compras Por Aproximação Desconhecidas: Quem Paga a Conta?
Você abre o aplicativo do banco e percebe uma compra que nunca fez. Ou pior, várias. Algumas aparecem como “pagamento por aproximação”. Outras, como compras online. E aí surge a dúvida: Quem deve arcar com esse prejuízo? Essa situação é cada vez mais comum, e nem sempre a resposta é tão simples quanto parece. Quando a Compra Não é Reconhecida, O Que Acontece? Ao identificar uma cobrança indevida, o consumidor pode contestar a transação junto ao banco ou à operadora do cartão.
Yanna Raissa Couto
20 de abr.3 min de leitura


Assinatura Automática em Apps e Streaming: Como Cancelar e Contestar Cobranças Recorrentes?
Você assina um app em período de teste, faz a contratação em poucos cliques e segue usando normalmente. Dias depois, percebe uma cobrança no cartão. Depois vem outra. E só então descobre que o serviço foi renovado automaticamente. Essa situação é mais comum do que parece. Em muitos casos, o problema não está apenas na cobrança em si, mas na falta de informação clara sobre renovação automática, preço, prazo, forma de cancelamento e canais de atendimento. Nas relações de consum
Yanna Raissa Couto
15 de abr.4 min de leitura


Cobrança Indevida na Fatura: Quando o Consumidor Pode pedir Devolução em Dobro?
Você já conferiu sua fatura do cartão, boleto ou conta bancária e encontrou uma cobrança que não reconhece? Essa situação é mais comum do que parece, e, em muitos casos, o consumidor pode ter direito à devolução em dobro do valor pago. Neste artigo, você vai entender quando isso é possível, quais são os limites desse direito e como agir para resolver o problema. O Que é Cobrança Indevida? A cobrança indevida ocorre quando o consumidor é obrigado a pagar por um valor que não d
Yanna Raissa Couto
8 de abr.2 min de leitura


Desconto de Empréstimo Não Contratado: O Que Fazer Quando o Valor Aparece no Seu Benefício ou Salário?
Você já conferiu seu salário ou benefício e percebeu um desconto que não reconhece?Essa situação é mais comum do que parece, e pode indicar uma cobrança indevida por empréstimo não contratado. Neste artigo, você vai entender como identificar esse problema, quais provas reunir e o que fazer para contestar. O Que é o Desconto de Empréstimo Não Contratado? Ocorre quando valores são descontados diretamente do seu salário, aposentadoria ou benefício previdenciário sem que você ten
Yanna Raissa Couto
6 de abr.2 min de leitura


Pix Fraudulento: É possível recuperar o Dinheiro?
Com a popularização do PIX, a praticidade nas transações financeiras veio acompanhada de um aumento preocupante nos casos de fraudes. Golpes cada vez mais sofisticados têm levado consumidores a prejuízos significativos, e a principal dúvida que surge: É possível recuperar o valor transferido? Depende do caso, mas sim, existem mecanismos legais e operacionais que podem viabilizar a recuperação do dinheiro. Como acontecem as Fraudes via PIX? Os golpes mais comuns envolvem engen
Yanna Raissa Couto
30 de mar.2 min de leitura


Superendividamento: Como funciona o plano judicial de renegociação?
O superendividamento não acontece de um dia para o outro. Ele surge de pequenos desequilíbrios que se acumulam: Um cartão que ultrapassa o limite, um empréstimo para cobrir outro, juros que crescem silenciosamente. Quando o consumidor percebe, grande parte da sua renda já está comprometida, e as despesas essenciais começam a ser ameaçadas. Diante dessa realidade, a Lei 14.181/2021 alterou o Código de Defesa do Consumidor e inaugurou um novo paradigma nas relações bancárias: P
Yanna Raissa Couto
11 de mar.3 min de leitura


Golpe do Falso Empréstimo: Quando o Banco pode ser responsabilizado?
Você recebe uma ligação ou mensagem oferecendo um empréstimo com “condições imperdíveis”. A proposta parece real: Contrato com logotipo do banco, número de CNPJ, atendimento “personalizado”. Dias depois, você descobre que foi vítima de um golpe. E surge a dúvida: O banco pode ser responsabilizado por essa fraude? A resposta depende da análise do caso concreto, mas a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça tem entendido que, em muitas situações, sim. Neste artigo, expli
Yanna Raissa Couto
2 de mar.3 min de leitura


Empréstimos Consignados Não Autorizados: Como resolver e buscar reparação?
Você já consultou seu extrato bancário ou do INSS e se deparou com descontos de um empréstimo que nunca solicitou? Infelizmente, essa situação é mais comum do que se imagina, especialmente entre aposentados, pensionistas e servidores públicos. Neste artigo, vamos explicar como identificar um empréstimo consignado fraudulento, quais são seus direitos e como buscar a reparação adequada. É importante entender que, nesses casos, a responsabilidade não é sua: É da instituição fina
Yanna Raissa Couto
11 de fev.2 min de leitura


Superendividamento: Entenda como a Lei pode te ajudar.
O que é superendividamento? Superendividamento é quando uma pessoa se vê incapaz de pagar todas as suas dívidas atuais e futuras sem comprometer o mínimo necessário para viver com dignidade, como moradia, alimentação, saúde e educação. Essa situação, que atinge milhões de brasileiros, pode surgir por diversos motivos: desemprego, doença na família, queda na renda, ou até mesmo o uso excessivo de crédito sem a devida orientação. Mas o que pouca gente sabe é que a Lei nº 14.181
Yanna Raissa Couto
4 de fev.2 min de leitura


Revisão de Juros Abusivos: Quando o banco passa do limite?
Você já sentiu que, mesmo pagando direitinho seu empréstimo ou financiamento, a dívida parece não diminuir? Ou então, ao final do contrato, percebe que pagou muito mais do que o valor que pegou emprestado? Isso pode ser um sinal de juros abusivos, uma prática que infelizmente ainda é comum no mercado financeiro. Neste artigo, quero te explicar de forma simples o que são esses juros abusivos, como identificá-los e, principalmente, quais são os seus direitos como consumidor ban
Yanna Raissa Couto
26 de jan.2 min de leitura


Servidor público: Se o cartão desconta valores quer não refletem sua vontade, isso não é erro — é prática abusiva. Saiba como contestar e recuperar seu dinheiro.
Descontos realizados diretamente no contracheque de servidores públicos ou no limite de seus cartões de crédito, quando não correspondem à sua manifestação livre e consciente de vontade, não podem ser tratados como meros erros administrativos. Essas condutas, infelizmente comuns nas relações bancárias, configuram prática abusiva à luz do Código de Defesa do Consumidor, especialmente por envolverem verbas de caráter alimentar — como salários e benefícios previdenciários — cujo
Yanna Raissa Couto
17 de dez. de 20253 min de leitura


Servidor público: Quando o banco ultrapassa sua margem sem autorização, o risco atinge seu contracheque — saiba identificar o desconto indevido
O servidor público é um dos grupos que mais sofrem com descontos indevidos em folha, especialmente quando bancos realizam empréstimos consignados não autorizados ou ultrapassam a margem consignável sem qualquer manifestação expressa do consumidor. Essa prática, infelizmente comum, não é apenas irregular — ela viola diretamente o Código de Defesa do Consumidor , compromete o equilíbrio financeiro do servidor e coloca em risco o seu mínimo existencial, afetando despesas básic
Yanna Raissa Couto
10 de dez. de 20253 min de leitura


Servidor público: Cobrança indevida no cartão? Cada dia sem agir aumenta seu prejuízo — e pode custar caro
A cobrança indevida no cartão de crédito é um dos problemas mais frequentes enfrentados por servidores públicos, especialmente porque muitas dessas cobranças passam despercebidas nos primeiros dias e se acumulam ao longo do mês, aumentando significativamente o prejuízo. Lançamentos que não foram autorizados, compras desconhecidas, tarifas escondidas, seguros embutidos ou serviços não contratados são sinais claros de abuso ou falha na prestação de serviços. Para o servidor, qu
Yanna Raissa Couto
9 de dez. de 20252 min de leitura


Servidor Público: O crédito vem fácil, mas o peso das dívidas pode ser devastador. Saiba quando o banco responde por dano moral no superendividamento.
A facilidade com que o crédito é aprovado para o Servidor Público parece um benefício, até o momento em que a conta chega. A estabilidade da renda, que deveria ser sinônimo de segurança, acaba sendo utilizada como porta de entrada para empréstimos sucessivos, portabilidades automáticas, refinanciamentos agressivos e contratos carregados de encargos pouco transparentes. O resultado quase sempre segue o mesmo roteiro: a dívida cresce mais rápido que o salário, a margem consigná
Yanna Raissa Couto
1 de dez. de 20253 min de leitura


Servidor Público: Quando a portabilidade de crédito se torna armadilha — entenda como reverter um contrato sem benefício real.
A portabilidade de crédito consignado foi criada para beneficiar o consumidor, especialmente o servidor público, permitindo a transferência de dívidas entre instituições financeiras com taxas de juros mais baixas e melhores condições de pagamento. Porém, o que deveria ser uma ferramenta de alívio financeiro tem sido usado, em muitos casos, como mecanismo de endividamento abusivo. Prevista na Resolução nº 4.292/2013 do Banco Central, a portabilidade de crédito permite que o co
Yanna Raissa Couto
3 de nov. de 20252 min de leitura


Servidor Público endividado: Você sabia que o banco é obrigado a explicar cada detalhe do contrato?
Com a facilidade de crédito consignado, muitos servidores públicos recorrem a empréstimos para equilibrar o orçamento ou quitar dívidas antigas. No entanto, nem sempre o que foi prometido no momento da contratação corresponde ao que é efetivamente cobrado. Parcelas maiores do que o esperado, taxas ocultas e cláusulas mal explicadas são queixas recorrentes — e a falta de informação clara é uma violação direta do Código de Defesa do Consumidor. O servidor público, por ter rendi
Yanna Raissa Couto
27 de out. de 20252 min de leitura


Servidor Público Endividado: O banco avaliou sua capacidade de pagar antes de liberar o empréstimo? Veja quando isso gera abuso.
Com a facilidade do crédito consignado, muitos servidores públicos acabam sendo alvos de empréstimos em série — muitas vezes liberados sem análise adequada da capacidade de pagamento. O que nem todos sabem é que essa conduta pode ser considerada abusiva e dar origem à revisão judicial da dívida. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que as instituições financeiras têm dever de avaliar o risco do contrato antes de conceder crédito. Isso significa que, se o banco ign
Yanna Raissa Couto
1 de out. de 20252 min de leitura


LGPD NO SETOR FINANCEIRO: COMO OS BANCOS DEVEM PROTEGER SEUS DADOS
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) trouxe novas regras para todos os setores, e no financeiro não é diferente. Como os bancos lidam com informações pessoais e sensíveis todos os dias, eles precisam ter cuidado redobrado na coleta, armazenamento e uso desses dados. Quais dados os bancos tratam? No dia a dia, os bancos acessam informações como: CPF e documentos pessoais; endereço e renda; histórico de crédito; movimentações da conta; até dados biométricos, como impressão d
Yanna Raissa Couto
22 de set. de 20251 min de leitura
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